Linhas Gerais



Áreas: O Festival estrutura-se em três áreas de organização relativamente autónomas, embora convergentes: Programação, Animação e Reflexão.

Programa - Espectáculos de teatro, dança e música, reflectindo a temática de culturas tradicionais.

Aldeia do Trebilhadouro - Espaço escolhido para o Festival, usando das infra-estruturas e equipamentos já existentes e recorrendo a estruturas temporárias (tendas, palcos móveis de madeira, estrados, luz, etc. ).

Largo da Aldeia - Espaço nuclear da animação do Festival com um programa diário, estará equipado com um pequeno palco e aparelhagem de amplificação sonora. Para além das iniciativas de animação programadas deverá ser deixado espaço à participação espontânea dos participantes, público e colectividades locais. É aqui que o público se deve dirigir para informações, contactos, e programação do festival.

Exposições – Pequenas barracas de madeira para apresentação de obras de olaria, escultura, pintura, fotografia entre outras, cuja principal preocupação será a abordagem do quotidiano rural e a sensibilização dos públicos presentes para questões de ordem paisagística e ambiental.

Oficinas Oficinas – Atelier de construção e técnicas de pintura, escultura, construção de marionetas e sombras chinesas.

Workshop Organização de espaços de aprendizagem de uma forma lúdica de danças tradicionais portuguesas, europeias, africanas, expressão dramática, e circo.

Exposições - Atelier ao ar livre de escultura, pintura e fotografia (em contacto directo com o público presente), cuja principal preocupação será abordagem do quotidiano rural e sensibilizar os públicos presentes para questões de ordem paisagística e ambiental nomeadamente a preservação da aldeia.

Curral do Livro – Espaço de livros para leituras e debates com participação de vários editores, poetas e escritores.

Tasco Tasco – Espaço de “comes e bebes”, com a gastronomia regional e vegetariana.

Posto Médico – O recinto estará equipado com um posto médico, aberto 24 horas.

Segurança – A segurança do público e das infra-estruturas será realizada pelos Bombeiros e G.N.R., bem como segurança privada.

Higiene – O festival terá a tempo inteiro casas de banho e duches com agua quente. Em toda a aldeia e acessos serão colocados recipientes com sacos do lixo e avisos prévios, nos respectivos programas. Esta manutenção será assegurada por uma empresa externa.

Acampamento - Parque de campismo gratuito para os forasteiros pernoitarem com bar, casas de banho e duches.



Bilhetes – Será cobrado um preço para o público do festival. Para um dia 10 euros, para os 3 dias de festival 20 euros.

Público – O público será sensibilizado a participar nas actividades existentes como as oficinas e workshops e assistir aos diversos espectáculos. O público infanto-juvenil de instituições governamentais e privadas de apoio ao jovem e ao deficiente serão convidados a participarem no festival.



FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTES E CULTURAS- TREBILHADOURO

Está de novo aí para apaixonar quem ainda não o conhece e superar expectativas daqueles que já não passam sem ele.
Trata-se do Trebilhadouro, o Festival Internacional de Artes e Culturas que decorre nos dias 27, 28 e 29 de Julho.
A grande novidade é a internacionalização e a preservação da Aldeia, finalmente assegurada pela Autarquia.


A Câmara Municipal de Vale de Cambra e a RASGO – Cooperativa de Teatro CRL organizam a sexta edição do Trebilhadouro – Festival Internacional de Artes e Culturas.
Na aldeia que o baptizou, em Sandiães – Rôge, as janelas abrem-se ao Mundo como dois braços estendidos que durante três dias enchem o “silêncio” de Trebilhadouro com o “barulhinho” das palavras e a presença dos forasteiros para conviverem de perto com a Música internacional, a Gastronomia, o Teatro, as Oficinas de Expressão Dramática e Artes Circenses, Workshops de Instrumentos Musicais, a Literatura, os Contos Tradicionais, Danças Europeias e Africanas, e muito mais, na habitual troca de ideias, de saberes e momentos de convívio.

Com o objectivo geral de dinamizar a vida cultural do Município de Vale de Cambra, o Trebilhadouro pretende ser também um espaço para a apresentação de espectáculos internacionais e tradicionais; dinamizar parcerias culturais, nomeadamente com associações locais; fomentar o encontro de culturas tradicionais a nível nacional e internacional; divulgar novos autores e criadores; promover actividades relacionadas com as tradições; formar audiências para as artes tradicionais; proporcionar uma reflexão sobre multiculturalidade e preservar o património arquitectónico original.

É precisamente a sua preservação que está assegurada pela Câmara Municipal de Vale de Cambra que já viu aprovada a candidatura ao Programa Operacional da Região Norte e que permitirá financiar a 70% dos 478.599,00 a que ascende o investimento para requalificação e reabilitação, mantendo as características e a originalidade únicas de Trebilhadouro.


Requalificar a Aldeia: Uma missão a cumprir

Desabitada há cerca de 15 anos e celebrizada pelo Festival que sempre apelou à sua preservação, a aldeia não vai ser esquecida e mostrará a quem a visitar um pouco da sua História.
O projecto de requalificação da Aldeia do Trebilhadouro visa o aproveitamento das potencialidades turísticas e a valorização do espaço público com arquitectura tradicional do fim do século XIV.
O projecto de recuperação visa ainda, a sensibilização da população para a defesa e valorização do património local e para uma utilização consciente, de modo a que se possa apostar na promoção do turismo tradicional.
Os objectivos desta intervenção, que decorre no terreno e que poderá ser conhecida durante os dias do evento, passam pela revitalização do espaço público, qualificação dos arruamentos, aplicação de mobiliário urbano, iluminação pública, dinamização de zonas de estadia e recuperação de elementos dominantes e marcantes do lugar.
Intervir e preservar o Trebilhaoduro inclui, também, a valorização do seu carácter próprio garantindo a unidade de cada espaço como um todo; a implementação das redes de infraestruturas básicas e, posteriormente, a reabilitação urbana do conjunto edificado.




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